domingo, 12 de junho de 2011

Marcha Nacional da Liberdade


Para quem está em casa sozinho percebendo os atropelos do modelo de produção econômico, o sistema político opressor, a grande mídia entre outras questões que afetam diretamente as nossas vidas e nossas idéias (ou opressão das mesmas), convido a todas e todos a dizerem um basta a criminalização dos pensamentos e opressão aos movimentos sociais.

Dia 18 de junho (sábado) na praça da estação às 15 horas venha mostrar a cara e dizer um basta ao autoritalismo de quem a mais de 500 anos dita as regras deste país que nasceu naturalmente para pregar a liberdade.


sexta-feira, 10 de junho de 2011

Eduardo e Mônica

Uma homenagem a uma geração que cresceu se apaixonando como a saudosa letra e música do Legião Urbana.


quinta-feira, 9 de junho de 2011

Desenhando a Liberdade: Marcha da Maconha




Diferente do que temos e do que somos, para desenhar a liberdade devemos perceber que todo espaço de opressão esconde como Chico Science pontua na letra A Praeira "a fronteiras nos jardins da razão".

A "fronteira nos jardins" que fazem com que o Fernando Henrique, esquecido presidente brasileiro pós governos democráticos eleitos pelo povo tentar voltar a mídia defendendo a legalização que o mesmo combateu enquanto presidente deste país.

Também são "fronteiras nos jardins" do judiciário que criminaliza a pobreza e trata o usuário de Cannabis Sativa como responsável pelo tráfico, desconhecendo qualquer análise econômica e social que perpassa na relação do tráfico de drogas que encorpora algumas questões:

A polícia que faz vista grossa nas fronteiras nacionais e nas festinhas dos ricos, o juiz que concede Habeas Corpus para os financiadores do tráfico, o avião que busca droga de outros países e utiliza o Brasil como passgem para a Europa e EUA, o laranja que lava o dinheiro do crime organizado, a criança e o adolescente que está em situação de desproteção social por sofrer trabalho infantil, o crime organizado entre outras questões e dai eu vos pergunto?

Que instituição governamental ou não governamental tem condições éticas para querer proibir  a Marcha da Maconha? Porque não proíbem a propaganda da cerveja "devassa" que utiliza uma ex menininha para vulgarizar o papel da mulher na sociedade fazendo um debate de gênero inferior e pervesso a conquista do movimento feminista nas últimas décadas e a toda legislação que protege as mesmas do machismo.

Porque não se proíbe alguns programas de televisão com o vies machista e homofóbico que não contextualizam uma relação em direitos humanos e cidadania, ou melhor, porque para comprar cigarros não se precisa subir um beco e se arriscar a levar um tiro.

Muito me faz desconfiar que existem fronteiras como Chico Science descreve e estas estão além da razão daqueles que historicamente aceitaram a escravidão, massacraram os índios e hoje impedem nosso plantio e o uso doméstico, pois são estes os mesmos que oprimem com nenhum incentivo fiscal o produtor rural e buscam com o código florestal acabar com as nossas reservas ambientais.

Se a fronteiras nos jardins, que sejam as do meu domicilio e da casa de todos aqueles que na lógica burguesa de criar a propriedade privada tem que se esconder para poder plantar em seus quintais e em suas mentes a "liberdade" de que historicamente somos impedidos de cultivá-las.

E com certeza, a toda esta nação mais que zumbi, existem fronteiras sim, mas além dos jardins da razão.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil 2011


 
GENEBRA (Notícias da OIT) - O mais recente Relatório Global da OIT sobre trabalho infantil estima que 115 milhões de crianças estão envolvidas em trabalhos perigosos. Este trabalho, por sua natureza ou circunstância em que é executado, pode prejudicar a saúde, a segurança e a moral da criança. Crianças trabalhando em diferentes setores e ocupações podem ser expostas a riscos e o problema é global, afetando países industrializados e em desenvolvimento.

O trabalho infantil perigoso está entre as piores formas de trabalho infantil, que a comunidade internacional definiu como prioridade para a eliminação até 2016. A necessidade de ações urgentes para alcançar esse objetivo foi tema da Conferência Global sobre Trabalho Infantil de 2010 que adotou o Mapa da Rota para a eliminação das piores formas de trabalho infantil e endossou o Plano de Ação Global da OIT.

Em 2011, o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil dará destaque ao trabalho infantil perigoso, chamando atenção para a urgência de ações para solucionar o problema. Nesse dia Mundial nós conclamamos todos para:

• Uma nova urgência na identificação e eliminação do trabalho infantil perigoso, como um importante meio para se alcançar o objetivo de eliminar as piores formas de trabalho infantil,
• Reconhecer que o trabalho perigoso é parte de um problema maior, que demanda esforços de escala global, nacional e local para a eliminação do trabalho infantil através da educação, proteção social e estratégias que promovam o trabalho decente e produtivo para jovens e adultos.
• Fortalecer ações tripartites no tema do trabalho infantil perigoso tendo como base os padrões internacionais e a experiência de organizações de empregadores e trabalhadores na área de saúde e segurança.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Carta aberta da ENESSO a tod@s os/as estudantes de Serviço Social do Brasil


No último dia 12 de maio de 2011, as entidades representativas do Serviço Social lançaram a campanha nacional e defesa do trabalho e da formação com qualidade com o slogan “Educação não é fast food: diga não a graduação à distância em Serviço Social”. Essa campanha tem o objetivo de denunciar e se contrapor a essa modalidade de ensino que precariza, mercantiliza e descaracteriza a educação superior brasileira, transformando o direito a educação em serviço, e um serviço desqualificado.

Sendo assim, a ENESSO vem publicizar seu posicionamento, juntamente com as entidades da categoria a favor da campanha e em defesa de uma formação com qualidade.

Após as reformas do governo no âmbito da educação, são muitas as incoerências e as incongruências na oferta, ampliação e uma falsa democratização do ensino, uma vez que, o discurso que é propagado remete a uma estratégia do governo de fazer com que esse acesso aconteça, no entanto, não considerando a forma como isso se processa e o discurso da ampliação do acesso ao ensino superior.

Em decorrência desse método de ampliação sem qualidade e sem responsabilidade, temos um cenário que coloca na ordem do dia uma construção ideológica em torno do sonho do diploma de concluinte do ensino superior, do sonho de assistente social que os barões da educação – aqueles que fazem questão de mercantilizar esse direito – insistem em usar como propaganda para ludribiar e enganar diversos sujeitos que constantemente são vitimizados pela lógica desse sistema.

Dessa forma criam-se as chamadas “oportunidades”, segundo o pensamento burguês mercadológico, usando os artifícios mais sujos e desrespeitosos possíveis para impor um interesse particular de um grupo que não se preocupa nem de longe com a formação de qualidade e sim com o lucro, quais sejam os artifícios, o desrespeito regional, a oferta de um serviço precário, os vínculos empregatícios dos docentes a partir de contratos fragilizados e, sobretudo, o descaso para com a subjetividade de tantos sujeitos que entram nesse jogo desrespeitoso.

Essa campanha é provocativa, direta e tem o objetivo de mostrar que competência para legislar e discutir o que serve ou não, o que é certo ou não, o que responde as demandas ou não, enfim, pra debater matéria de Serviço Social no Brasil cabe ao conjunto CFESS/CRESS, ABEPSS e ENESSO.

Logo, nossa intenção com a campanha é dialogar com a sociedade, com a categoria, com os estudantes EAD e presencial sobre essa realidade, não agindo com preconceito ou, indivíduos, mas enfrentando politicamente essa lógica mercantil com vistas a unirmos força contra essa modalidade de ensino que não contempla a formação em Serviço Social segundo as nossas diretrizes curriculares e o nosso Projeto Ético Político.

“Educação não é fast food: diga não a graduação à distância em Serviço Social”
Por uma educação pública, laica, gratuita, de qualidade, socialmente referenciada e presencial para todos!

ENESSO Vermelha (2010-2011)

sábado, 7 de maio de 2011

Marcha da Maconha em BH


A Marcha da Maconha é um evento que ocorre anualmente em diversos locais do mundo. Trata-se de um dia de luta e manifestações favoráveis a mudanças na lei de drogas, em favor da legalização da cannabis, regulamentação de comércio e uso. 

Ocorre mundialmente no primeiro final de semana do mês de maio com marchas, reuniões, caminhadas, encontros, concertos, festivais, mesas de debates, entre outros. 

A Marcha da Maconhha caracteriza-se também por celebrar os estudos cientifícos que revelam os diversos usos da cannabis, medicinalmente, industrialmente e religiosamente. A livre veiculação de informação ao público é um elemento chave para podermos mudar a lei de drogas. Informação é poder e salva!

http://marchadamaconha.org

Onde: Concentração na Praça da Estação – Centro // Quando: 15h30 // Entrada: gratuita

STF julga por unanimidade a favor da união civil entre casais homossexuais

Para a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – ABGLT - é uma vitória para a igualdade de direitos




Na última quinta-feira (5/05), o Supremo Tribunal Federal julgou a favor da união civil entre casais homossexuais. A decisão significa que a partir de agora casais de sexo igual terão os mesmos direitos que os casais heterossexuais, ou seja, que a convivência duradoura entre parceiros homossexuais se equivale agora à união estável entre um homem e uma mulher, envolvendo todos os tipos de direitos e incluindo não apenas a partilha de bens, recebimento de pensão e herança, mas abrindo espaço também para adoção, mudança de nome e casamento civil.

Os ministros da corte fundamentaram seus discursos nos preceitos fundamentais da Constituição: igualdade, liberdade, dignidade da pessoa humana e a proteção à segurança jurídica. “A profundidade dos votos foi fenomenal, emocionante! Estamos com a alma lavada”, disse o presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis. O membro da comissão política da juventude da ABGLT, Vinícius Alves, acredita que a votação do STF é uma vitória não só da juventude, mas uma movimentação em conjunto do setor e de interesse de toda a sociedade.

O julgamento foi acompanhado por autoridades do governo federal e suas equipes, incluindo a ministra Maria do Rosário, da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República; o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo; o Advogado-Geral da União, Luís Inácio Lucena Adams; o Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel; bem como a Senadora Marta Suplicy – defensora de longa data da causa LGBT; e o Deputado Federal Jean Wyllys.


Para o diretor LGBT da UNE, Denilson Junior, todo o movimento estudantil também está comemorando a importante decisão do STF. "A UNE já luta pelos nosso direitos há muito tempo e uma notícia como a de ontem amplia, também, todo o nosso trabalho contra a homofobia dentro das universidaes brasileiras. Isso mostra que o país está avançando em suas pautas e deve ser celebrado como um marco para outras conquistas", declarou.


Toni Reis reafirma que a participação do movimento estudantil na causa é fundamental: “A UNE e a UBEs estão entre as nossas grandes aliadas na cidadania no Brasil. E também são nossos parceiros na luta por uma educação de qualidade”. Para dar continuidade à luta contra a homofobia, a UNE em parceria com a LGBT, a rede nacional de negros e negras, e com o DCE da UMB, está organizando o segundo seminário UNB fora do Armário, no dia 16 de maio, na UNB. O objetivo do seminário é promover o debate e conscientizar os estudantes da causa.

Nos dois dias subsequentes, 17 e 18 de maio, acontecerá, também em Brasília, a 2ª Marcha Nacional Contra a Homofobia. A data, 18 de maio, é o dia em que se comemora o Dia Internacional de Combate à Homofobia. “Esperamos uma participação muito maior do que na ultima marcha”, explicou Vinícius.
Por conta da decisão histórica do STJ, a Marcha terminará com o 1º abraço homoafetivo ao Supremo Tribunal Federal. “Serão por volta de 3 a 4 mil pessoas, ficaremos em silêncio e faremos um abraço gigante no STF como forma de agradecimento por essa atitude”, explicou Toni



Fonte: UNE-site oficial

domingo, 1 de maio de 2011

Os trabalhadores têm o direito de escolher seu sindicato e de como sustentá-lo, diz Artur Henrique



Presidente da CUT fala sobre as principais bandeiras do Primeiro de Maio deste ano
Escrito por: Isaías Dalle

Artur, este ano, em nosso Primeiro de Maio, ficam em destaque as diferenças de concepção entre a CUT e as demais centrais. A imprensa chegou a falar em “união das outras centrais contra a CUT”. Tudo isso é por que a CUT quer o fim do imposto sindical?

Nossa defesa do fim do imposto sindical, que não é nova, apenas estamos reiterando essa necessidade de mudança na estrutura sindical, é sem dúvida uma das razões. Porém, da mesma maneira como a defesa do fim do imposto sindical não é nova para a CUT, essas diferenças de concepção também não. Por exemplo, em anos anteriores, uma determinada central, algumas vezes com a participação de outras entidades, sortearam apartamentos e carros para o público, num show de assistencialismo e despolitização com o qual nunca concordamos.

O tema do fim do imposto sindical sempre cria polêmica. O fim do imposto não põe em risco a existência do movimento sindical dos trabalhadores?

É preciso deixar muito claro que não estamos defendendo simplesmente o fim do imposto sindical. Queremos substituí-lo pela contribuição sobre a negociação coletiva, uma forma de sustentação financeira que será decidida e aprovada – ou não – pelos próprios trabalhadores e trabalhadoras, em assembleias soberanas e divulgadas amplamente com antecedência, para que todos tenham a possibilidade de participar.

Esse formato de contribuição sobre a negociação coletiva também não é um conceito novo, é algo absolutamente em concordância com as resoluções que a CUT vem tomando desde sua fundação.

Observe este trecho de resolução do 1º Congresso Nacional da CUT (Artur lê o trecho, escrito em agosto de 1984): “Os trabalhadores, em seus diversos ramos produtivos e em suas diversas instâncias organizativas criarão formas de sustentação financeira que garantam o desenvolvimento da luta. Todas as formas impostas de sustentação financeira deverão ser abolidas, sendo a assembleia de trabalhadores soberana para decidir como arrecadar fundos”.

Então, o que defendemos é a criação de uma forma de sustentação que passe pelo crivo dos trabalhadores. Certamente, os sindicatos representativos, que têm atuação e defendem sua base, não têm o que temer.

Por que não?

Os sindicatos que ao longo do ano visitaram os locais de trabalho ou neles tiveram atuação constante, que dialogaram com os trabalhadores da base, que fizeram campanha salarial ou greves, que negociaram, enfim, que trabalharam, serão reconhecidos. Os trabalhadores vão notar a importância daquela entidade para o dia a dia deles e aprovarão o desconto, uma vez por ano, da contribuição sobre a negociação coletiva. Agora, o que não dá é pra ter desconto automático no holerite, sem o trabalhador nem saber qual sindicato vai receber aquele dinheiro.

A CUT também defende uma legislação que garanta aos sindicatos a liberdade de atuação. 
Por quê?

Antes de mais nada, devemos ter em mente que a ratificação da Convenção 87 da OIT precisa acontecer no Brasil. Esse texto, já adotado em diversos países, notadamente na Europa, garante liberdade de organização sindical para os trabalhadores e de autonomia dos sindicatos em relação a patrões e governos. A Convenção 87 será o grande guarda-chuva jurídico para essas mudanças. A partir dele construiremos a legislação complementar.

Só o fim do imposto e a criação da contribuição sobre a negociação coletiva não bastam. Ainda hoje, o patronato e muitas instâncias do poder público dificultam como podem a atividade sindical. Dirigentes sindicais são demitidos, trabalhadores que se associam ao sindicato são perseguidos, a justiça impetra ações que na prática impedem a organização dos trabalhadores, entre outras formas de práticas antissindicais. Por isso, precisamos elaborar e colocar em vigor uma legislação com o fim dessas práticas. E precisamos também garantir a existência da organização no local de trabalho em todos os setores e categorias. Se as entidades sindicais, escolhidas pelos trabalhadores, não puderem atuar de forma permanente nos locais de trabalho, não há democracia de fato nas relações de trabalho. E, sem isso, não há democracia plena no País.

Essa é a síntese de nossa principal bandeira neste 1º de Maio: liberdade, autonomia e democracia. Os trabalhadores e trabalhadoras têm o direito de escolher seu sindicato, de decidir de que forma vão sustentá-lo e de poder se organizar livremente em seus locais de trabalho. Será certamente um passo grande e fundamental para ajudar o Brasil a aprofundar um projeto de desenvolvimento sustentável que distribua renda e promova justiça social.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Aécio Neves pego bêbado dirigindo


Agora que o saudoso senador Aécio Neves não é mais governador do Estado de Minas Gerais, teremos a liberdade de dizer que o mesmo nos envergonha com suas atitudes inconseqüentes frente ao Brasil.

Este celebre senhor, cidadão respeitado pela sociedade burguesa acaba nesta semana pego dirigindo bêbado, recusando a fazer o bafômetro e com a carteira vencida tem o carro apreendido e volta a ter muitos pontos perdidos na carteira de habilitação.

De volta ao tempo, vale destacar que este senador da república, eleito pela alienação provocada ao povo mineiro foi o mesmo que gastou milhões na construção do "elefante branco" conhecido como centro administrativo (o mesmo com diversos defeitos de infra-estrutura), censurou a imprensa mineira e brasileira e os comprava a troco de muitas propagandas com dinheiro público, foi o governo que menos investiu em políticas sociais no Brasil fazendo com que os municípios dependessem apenas do governo federal.

Entre estas "pérolas" políticas destaca-se o "envolvimento, rss em drogas", bater em sua namorada no Rio de Janeiro, falas homofóbicas, machistas e neo-liberais entre outras falas que o mostram como um moderno conservador mineiro.

Ex governador e atual senador, o povo tem vergonha de você!

“Acordei com um sonho e com o compromisso de torná-lo realidade"
Leonardo Koury Martins

"Gostar é provavelmente a melhor maneira de ter, ter deve ser a pior maneira de gostar"
Saramago

"Teoria sem prática é blablabla, prática sem teoria é ativismo"
Paulo Freire

"Enquanto os homens não conseguirem lavar sozinhos suas privadas, não poderemos dizer que vivemos em um mundo de iguais"
M.Gandhi

"Por um mundo onde sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres"
Rosa Luxemburgo