
sábado, 2 de abril de 2011
Esquerda dividida, direita feliz!

Uai, que trem lotado sô!

domingo, 20 de março de 2011
Carta do Movimento de Ação e Identidade Socialista MAIS-PT
em contribuição a plenária Metropolitana do Mandato do Dep.Fed. Reginaldo Lopes
São novos tempos. Tanto aos novos rumos, quanto aos novos desafios como descreveu Guimarães Rosa, mineiro que tentou ao longo de Grande Sertões Veredas imprimir uma nova visão sobre o que a totalidade da sociedade de sua época era visto como diferente.
Portanto, nós do Movimento de Ação e Identidade Socialista, o MAIS-PT, tendência interna do PT, temos o direito e o dever pela familiaridade em que encontramos e pela fraternidade em que conjuntamente construímos a juventude, a educação mineira e brasileira e o Partido dos Trabalhadores.
E no rumo de Guimarães Rosa nos comprometemos com todos os apoiadores e apoiadoras do mandato do Deputado Federal Reginaldo Lopes dialogar sobre tempos, rumos e desafios na perspectiva de construirmos sempre caminhos por este sertão que trata da realidade mineira.
Sobre o “tempo”. Estamos em tempo de propor cada vez mais. Para que nós, militantes do MAIS-PT, possamos propiciar aos demais apoiadores do mandato o nosso conhecimento e experiência na construção dos Movimentos Sociais e organização juvenil. Dialogamos sempre numa ótica revolucionária que não abandona a luta de classe. Entendemos que o mandato é estratégico, sendo assim, devemos agir como nos ensinou Gramsci: dialogar aos próximos (os apoiadores e não apoiadores) a importância de uma “nova cultura política” pautada na práxis de uma educação formadora de conhecimento.
Sobre o “rumo”, categoria proposta por Paulo Freire de perceber que o tempo talvez não mude as pessoas de forma tão avassaladora quanto as pessoas podem mudar o tempo, reafirmamos que a Escola Nacional de Formação Política do MAIS-PT aliada a demais espaços de formação como a Secretaria Nacional de Formação Política do PT e os Movimentos Sociais tem como objetivo mudar idéias e percepções, além de organizar o mandato de forma orgânica e consciente tanto no partido, quanto nos movimentos sociais.
E por fim, o “desafio”. Para este propomos construir coletivamente com os demais apoiadores do mandato uma linha pedagógica e crítica que tenha por objetivo a formação e construção de uma militância cada dia mais ousada, pensante e propositiva. Ficamos com os princípios norteadores da grande formadora, libertária e feminista Rosa Luxemburgo: "Quem não se movimenta, não sente as correntes que o prendem".
Chega MAIS, apenas começamos!
Assinam esta carta de forma coletiva todos os militantes do MAIS-PT.MG
sexta-feira, 11 de março de 2011
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Intolerância, Dialética e reflexões sobre os espaços do ME.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Onde anda os Fichas Sujas?
Como poderíamos esperar, onde está o projeto Ficha Limpa que permitiu mais de 200 candidatos poderem concorrer as eleições com liminares tendo como prerrogativa o termino nas eleições para julgar suas pendências.
E ainda a imprensa persegue o Tiririca, como se fosse por conta de sua expressiva votação ou por ele ter a formação de grande parte dos brasileiros o problema (refletindo o nosso descaso com a educação pública), porem nada contra a sua idoneidade foi levantado.
Daí fica uma pergunta para a sociedade! Será que é seletivo apenas o acesso a justiça, na qual os mais abastados da antiga oligarquia perdem acesso? Ou será que continuamos refletindo no nosso judiciário (o papel de cobrar o cumprimento da lei) a falta de compromisso com a igualdade (apenas no âmbito da jurisprudência) e continuando a história que Chico Science nos cantou: No espaço da Ficha Limpa, todos estão surdos e no espaço da igualdade o de cima sobe e o de baixo desce.
domingo, 21 de novembro de 2010
Lacerda privatiza 81 bens públicos de Belo Horizonte

Está no noticiário, mas ninguém parece ter se dado conta da importância do fato nesta cidade de imprensa submissa: o prefeito Márcio Lacerda (PSB) vai promover a maior privatização de imóveis públicos que Belo Horizonte e talvez qualquer cidade brasileira já viu. Serão 81 imóveis municipais, que irão a leilão, inclusive o Mercado Distrital da Barroca e a mansão residencial do prefeito, localizada às margens da Lagoa da Pampulha, próximo do Museu de Arte, e que tem um painel de Guignard. A informação é que o painel será retirado, mas até que isso aconteça, é melhor desconfiar.
O pior, porém, é ver dezenas de terremos desocupados, com tamanhos variando entre 1 mil e 10 mil metros quadrados, segundo notícia do Estado de Minas, se transformarem em mais espigões. Se tem uma coisa de que Belo Horizonte não precisa hoje é que áreas públicas se transformem em empreendimentos imobiliários. Muito melhor seria ver esses lotes virarem praças e parques, para lazer da população, com muitas árvores para ajudar a despoluir o ar. Ao contrário do que se diz, Belo Horizonte tem pouquíssimas áreas verdes; tem muitas árvores, mas elas estão nos passeios.
Em Belo Horizonte é impossível até andar nos passeios, tomados por lixos, lixeiras, postes, árvores, canteiros, carros e motos estacionados, obras de construção, mesas de bar, cocôs de cachorro, orelhões, caixas de correio e uma infinidade de obstáculos. Áreas públicas são uma necessidade nas grandes cidades. Quando as pessoas moram em casas, têm quintais e conhecem os vizinhos, a vida comunitária se forma assim. Quando casas são substituídas por edifícios, esse convívio desaparece juntamente com espaços privados.
É preciso, portanto, criar praças, parques, espaços de lazer, com bastante verde, para que as pessoas convivam e façam caminhadas, para que crianças brinquem e idosos possam sair dos apartamentos. O prefeito, que mora num condomínio em Nova Lima e se considera moderno, que é rico e já viajou o mundo inteiro, deveria saber disso, pois as grandes metrópoles mundiais estão preocupadas com espaços públicos. Mas não, sua política é de privatizar os espaços públicos e administrar a cidade como se fosse uma empresa lucrativa.
Foi o que fez com a Praça da Estação, cujo uso agora só se dá mediante pagamento de aluguel. Para que um artista se apresente na Praça 7, agora tem que ter alvará, como mostra notícia publicada neste portal. O prefeito gosta também de transformar áreas verdes em empreendimentos imobiliários, como está fazendo com a Mata do Isidoro, que será transformada na Vila da Copa, visando a abrigar delegações para a Copa da Fifa.
A privatização dos espaços públicos será certamente a marca do mandato do prefeito empresário, que tenta administrar Belo Horizonte como uma empresa: o que não dá lucro – cultura, por exemplo – não tem serventia. Não à toa recebeu vaia monumental do maior auditório da cidade, o Palácio das Artes, durante o Festival Internacional de Teatro (FIT), em agosto passado. Já tinha passado por isso na festa de encerramento do festival Comida di Buteco, em maio.
Empresário da cidade, o prefeito atua como auxiliar do capital, que destrói rapidamente todos os espaços vazios da cidade, derruba casas, escolas e até clubes – como acontecerá, ao que tudo indica, com o centro de lazer do América, no Bairro Ouro Preto – para erguer no lugar enormes edifícios.
É dever da prefeitura conter a especulação imobiliária, em defesa da qualidade de vida para os belo-horizontinos. Em vez disso age ela também a favor da deterioração do município. A intenção, diz a notícia, é fazer um caixa de R$ 200 milhões. O mercado vale no mínimo R$ 19,5 milhões; a casa do prefeito, R$ 1 milhão (só? Este é o preço de um apartamento na zona sul…). O governo FHC mostrou o que acontece com dinheiro de privatizações: desaparece sem trazer nenhum benefício social.
É incrível que nenhum representante dos belo-horizontinos, nenhum vereador, nenhuma organização da sociedade tenha ainda se levantado contra a realização desse crime contra o patrimônio público, movendo, inclusive, uma ação na justiça.
domingo, 17 de outubro de 2010
Análise política e compromisso societário
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
domingo, 10 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Cotas também como políticas afirmativas no Brasil
“Acordei com um sonho e com o compromisso de torná-lo realidade"
Leonardo Koury Martins
"Gostar é provavelmente a melhor maneira de ter, ter deve ser a pior maneira de gostar"
Saramago
"Teoria sem prática é blablabla, prática sem teoria é ativismo"
Paulo Freire
"Enquanto os homens não conseguirem lavar sozinhos suas privadas, não poderemos dizer que vivemos em um mundo de iguais"
M.Gandhi
"Por um mundo onde sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres"
Rosa Luxemburgo






